Cada vez mais os jovens se preocupam em estabilidade profissional já no início da sua carreira.
Até que ponto isso é positivo?
Será que não estão sendo tolidos de acumular experiências tanto no lado profissional quanto no pessoal?
Não serão adultos frustrados com uma visão de mundo muito restrita?
O valor das tentativas, dos fracassos, das reerguidas, das novas conquistas, é imensurável. Afloram nessas situações os sentimentos de humildade, de fraternidade, de autoestima, de auto-conhecimento, equilíbrio emocional, fundamentais para o próprio sucesso profissional.
As experiências vividas ao longo dos anos é que se transformam na verdadeira estabilidade. Ela é conquistada pelo profissional e não fornecida pela empresa. Essa estabilidade sobrevive a qualquer mudança de legislação.
Paulo Martins
Assessoria de empresas nas áreas de gestão, finanças, sistemas integrados, processos
sábado, 24 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Postura
Tenho sofrido com alguns conflitos internos (leia-se "comigo mesmo") acerca de situações que presencio sobre as quais tenho uma opinião e conduta totalmente contrária.
Quando alguém participa de um processo seletivo, estando ainda com vínculo a uma empresa e sem a ciência dessa, automaticamente está quebrando a confiança existente (se é que existia) na relação empresa-empregado.
A falta de auto-confiança, de maturidade, realidade de mercado, além da postura da própria empresa, entre outros fatores, contribuem pra que se torne essa uma prática normal.
Vista por outro ângulo, pode ser encarada como um ponto altamente negativo haja visto que a mesma atitude pode vir a ser tomada na nova empresa.
Outro ponto a ser questionado é a atitude das empresas em negociar reajustes salariais quando pressionadas pelo funcionário ou, pior, quando ele apresenta a proposta de outra empresa.
Por que a empresa não procurou recompensá-lo antes se o mesmo era merecedor?
Somente o concorrente conseguiu identificar o potencial do seu funcionário?
Esses são apenas pontos de vista e não representam uma verdade absoluta. O importante é que empresa-empregado tenham posturas compatíveis.
Essa é a minha postura.
Quando alguém participa de um processo seletivo, estando ainda com vínculo a uma empresa e sem a ciência dessa, automaticamente está quebrando a confiança existente (se é que existia) na relação empresa-empregado.
A falta de auto-confiança, de maturidade, realidade de mercado, além da postura da própria empresa, entre outros fatores, contribuem pra que se torne essa uma prática normal.
Vista por outro ângulo, pode ser encarada como um ponto altamente negativo haja visto que a mesma atitude pode vir a ser tomada na nova empresa.
Outro ponto a ser questionado é a atitude das empresas em negociar reajustes salariais quando pressionadas pelo funcionário ou, pior, quando ele apresenta a proposta de outra empresa.
Por que a empresa não procurou recompensá-lo antes se o mesmo era merecedor?
Somente o concorrente conseguiu identificar o potencial do seu funcionário?
Esses são apenas pontos de vista e não representam uma verdade absoluta. O importante é que empresa-empregado tenham posturas compatíveis.
Essa é a minha postura.
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